O candidato a vereador Cássio Remis (PSDB-MG) foi assassinado a tiros nesta quinta-feira (24/9). O crime aconteceu em Patrocínio (MG). No momento do assassinato, o político fazia uma transmissão ao vivo pelo Facebook.
Na transmissão, Remis, ex-presidente da Câmara de Vereadores, denunciava suposta obra irregular de autoria da prefeitura do município mineiro quando uma caminhonete branca estacionou próximo ao candidato.
Antes de cortar a gravação, o candidato anuncia: “Está aqui agora o secretário que veio aqui para me agredir”. Remis então identifica o homem que estava no carro como Jorge Marra, atual secretário municipal de Obras e irmão do prefeito de Patrocínio, Deiró Marra (PSB). Logo a seguir o vídeo é interrompido.
Ninguém havia sido preso até a última atualização desta reportagem.
“Violência política”
Em nota, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) de Minas Gerais manifestou pesar pelo assassinato de Remis e repudiou a “violência política”.
“O PSDB de Minas Gerais manifesta seu mais profundo repúdio à extrema violência que se abateu sobre o presidente municipal do PSDB de Patrocínio, Cássio Remis dos Santos, de 37 anos”.
Na manifestação, o PSDB afirma, ainda, que “nenhuma divergência política justifica a substituição do debate por meios violentos, ainda mais em se tratando de vidas humanas. Dirigimos nossos pensamentos ao conforto de familiares e amigos”.
“Em nome de todos os militantes do estado, reiteramos a necessidade de que os fatos sejam rigorosamente apurados e que a lei seja aplicada de forma exemplar”, finalizou o partido.
Isso também acontece em todo o país o poder público tem que apurar e puni todos os envolvidos nesse fato que não e isolado e que não seja mas uma vítima da manchada política brasileira e que nao fique assim e um repúdio esse fato covarde e tem que investiga a participação do prefeito e seus (soldados ) blindados por ele e todos habitantes desse município da nossa federação vão as ruas pedir a saída desse prefeito corrupto que tirou esse pai de família filho de alguém irmão de alguem que não mas vai poder abraçar seus familiares