Campeonato Rondoniense 2021 é adiado devido a pandemia do coronavírus

A diretoria da FFER (Federação de Futebol do Estado de Rondônia) se reuniu na manhã desta quinta-feira (18/03) com a ...

Por Assessoria

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A diretoria da FFER (Federação de Futebol do Estado de Rondônia) se reuniu na manhã desta quinta-feira (18/03) com a diretora executiva da Casa Civil, Gisele Santos, e com membros do Comitê Estadual de Enfrentamento ao Coronavírus que optaram pelo adiamento do início do Campeonato Rondoniense 2021.

 

Além disso, a reunião contou com a participação do presidente Nacional dos Médicos do Futebol Brasileiro e responsável na CBF pelos protocolos de retorno ao futebol em razão da Covid-19, Jorge Pagura; do secretário geral da CBF, Walter Feldmann; do presidente da FFER, Heitor Costa; da representante da Agevisa, Flavia Serrano; responsável pela análise estratégica do Governo, Caio; e do procurador da Casa Civil, Paulo. Presencialmente, a reunião foi composta pelo assessor jurídico da FFER, Alexandre Casagrande; pelo secretário geral Fabricio Medeiros; e o diretor de competições da entidade Almir Belarmino, enquanto que pelo governo de Rondônia estavam Vanderlei dos Santos, a diretora executiva Gisele Santos, e o assessor da Casa Civil, Sr. Rodrigo.

 

Na reunião, ficou decidido que o Campeonato Rondoniense seja adiado e que tenha seu início 15 dias após a data publicada pelo Governo de Rondônia, dando conta da revogação do Artigo 23 do Decreto n° 25.853, de 02 de março de 2021, que dispõe sobre a proibição de atividades desportivas que envolvam o confronto de equipes nos municípios enquadrados nas Fases 1 e 2.

 

Durante a reunião, a entidade apresentou aos representantes do Governo do Estado sua preocupação com as equipes que aguardam ansiosas pelo inicio da competição, quando atletas e demais envolvidos anseiam por dar prosseguimento às suas vidas profissionais.

 

Em sua fala, Jorge Pagura fez uma exposição, exibindo dados técnicos que atestam que a transmissão do vírus não acontece nos gramados, uma vez que todos os envolvidos, atletas e membros da comissão técnica, atuam preventivamente testados e obrigados a um rigoroso protocolo elaborado pela CBF e pela FFER, dados bem recebidos pelos representantes do Governo que até então não dispunham destas informações.

 

Apesar de todas as argumentações realizadas, tanto pela FFER e CBF não houve intenção do governo, pelo menos nesse momento, de flexibilizar para o retorno do futebol.

Fonte: Assessoria

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