Ieda Chaves debate Bem-Estar Animal, Educação e Segurança Pública

Nas últimas semanas, Ieda Chaves tem dedicado as suas reuniões para fazer um diagnóstico da realidade para posteriores apresentações de projetos de Lei.

Por Assessoria

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A deputada estadual, Ieda Chaves, debateu na última sexta-feira (24/02) com diversos representantes de entidades assuntos importantes envolvendo Bem-Estar Animal, Educação e Segurança Pública. Os encontros aconteceram em seu gabinete.

Nas últimas semanas, Ieda Chaves tem dedicado as suas reuniões para fazer um diagnóstico da realidade para posteriores apresentações de projetos de Lei. “São diversos temas que precisam de atenção e, no dia a dia, reconhecemos as necessidades de nossa população”, disse.

A primeira conversa foi com o médico veterinário Nilson Faustino, diretor de Relações Institucionais da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (ANCLIVEPA/SP). Ele fez um diagnóstico dos serviços ofertados pela instituição e sobre a realidade local. “Fazemos campanhas, entre elas, de prevenção, de adoção. Diversos projetos podem ser desenvolvidos no município e de interesse do Estado. A nossa vinda para Porto Velho foi um incentivo da Ieda e aqui estamos. Vamos ampliar os atendimentos de 60/dia para 150/dia”, lembra Faustino.

Ieda reiterou o seu apreço pelo mundo animal e lembra que ainda falta uma educação responsável por parte da população sobre os cuidados. “As pessoas têm uma cultura diferente e, depois, muitos prefeitos da capital não tiveram a atenção devida com a causa animal. Pode ser que após estes trabalhos, muitos problemas se resolvam neste eixo”, comenta.

Ainda sobre o assunto, a deputada reitera que estão sendo coordenadas no sentido de aumentar os atendimentos médicos e ainda garantir mais castrações de animais em Porto Velho a fim de reduzir o número de pets nas ruas.

Educação

Em seguida, a deputada Ieda Chaves, que é vice-presidente da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALERO), recepcionou um compilado de indicações de projetos que precisam de recursos para serem executados em Porto Velho e seus distritos na área educacional.

A secretária municipal de Educação (Semed), Gláucia Negreiros, apresentou as propostas. “Temos algumas demandas e queremos contar com uma parte em recursos para um projeto que visa atender os com pares de tênis para compor o kit de uniforme escolar para cerca de 32 mil estudantes da rede. “Muitos são carentes e o item de vestuário iria contribuir muito”, disse. Gláucia falou ainda que a cotação prévia é que seria necessário o recurso de R$ 1,6 milhões e que o município tem condições de contrapartida.

Outros pleitos foram para atender com recursos básicos para reforma e construções em unidades escolares, principalmente, em distritos. “A gente vai se esforçar para contribuir com a ação. Se a gente contribuir um pouco, já ajuda bastante com a renda da própria família do aluno. Faz necessário lembrar que, a escola é um espaço social e de convivência”, contribui.

A visita foi acompanhada pela assessora técnica Suzana Rodrigues e as professoras, Carla Chaves e Joelza Pedrosa.

Integração

A agenda oficial foi encerrada com um encontro com representantes do Sindicato dos Policiais Penais e Agentes de Segurança Socioeducativos do Estado de Rondônia (Singeperon). A visita de cortesia teve o intuito de aproximação e fortalecer as pautas da entidade.

O presidente da entidade, Clebes Dias Ferreira, pediu apoio na oferta de propostas que fortaleçam a classe e, ainda, colocou à disposição a sede da entidade e as unidades prisionais. “O convite está aberto para visitação tanto na capital quanto no interior. Neste momento, queremos criar integração e oferecer um reconhecimento da realidade destes ambientes aos deputados”, informa.

Além disso, o Singeperon indica ainda que haja o incentivo de maior aproximação em projetos de ressocialização (e de trabalho) para evitar que o preso fique ocioso e possa ter a oportunidade de retorno à sociedade com garantias, principalmente profissionais. “Sabemos que com a mente ocupada e trabalhando, a pessoa que fica privativa da liberdade fica com a esperança de ressocializar de fato e ao sair conseguem um retorno proativo no ambiente social”, observa a deputada Ieda Chaves.

Acompanhou o bate-papo Werllesson Douglas, secretário-geral do Sindicato.

Fonte: Assessoria

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