Sem Generalizar: Com retorno da Expovel, população faz da cavalgada palco de brigas e vandalismo.

O executivo Estadual, Municipal e Legislativo Estadual se uniram para fomentar a cultura em Porto Velho que acabou virando motivo de traumas e vergonha

Por Jornal Rondônia/ Ana Fonseca

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Não podemos falar que toda a população que usa eventos de grande porte para resolver seus atritos além de não conseguir conter postura e acabar tendo atitudes vandalistas, fatos esses registrados por pessoas e divulgados nas redes sociais.

Após 11 anos sem ser realizado a capital de Porto Velho contou no último domingo (21/08) com o tão esperado evento de abertura da Expovel 2023, evento esse voltado a cultura, que organizado pelo Governo do Estado de Rondônia em parceria com outras entidades públicas, busca gerar entretenimento as famílias.

Isso aconteceria se caso a população portovelhense não fizessem de cada entretenimento um motivo para mal comportamento. Ainda na tarde de ontem vídeos de brigas e de pessoas alteradas alcoolicamente foram divulgados em várias redes sociais o que gerou desconforto em muitos.

De acordo com pessoas que estavam praticando o evento a cena era assustadora além de revoltante, crianças que foram acompanhadas dos sus pais que desejavam deixar o seu legado da cultura sertaneja se desesperaram ao vê cenas de brigas, adultos subindo em cima de ônibus coletivo em horário de trabalho e confusão.

Internautas usaram as redes sociais para manifestar sua indignação sobre a “minoria” que causam esse tipo de desconforto no próximo. “ Nunca mais teremos cavalgada como as de uns 10 anos atrás” Ressaltou uma moça. Já para um homem “ é no carnaval, é em cavalgada … As pessoas não sabem curtir”.

Comentários que demonstram que esse tipo de situação acontece não por responsabilidade das pessoas que passam meses tentando organizar algo para a cultura, mas sim, de uma parcela de pessoas que saem de suas residências intencionados a ganharem fama de “apocalíticos” e “polêmicos” destruindo e difamando a cultura Rondoniense que baseada em esforços vem sendo reestruturada e reconhecida.

Fonte: Jornal Rondônia/ Ana Fonseca

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